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segunda-feira, 10 de abril de 2023

CONFLITO RÚSSIA UCRÂNIA

Porque é que tantos países do hemisfério sul apoiam a Rússia e não a Ucrânia?
Nem todos são contra Putin.

Embora o ocidente se tenha mobilizado em grande parte no apoio à Ucrânia, comprometendo-se a fazer o que for preciso para ajudar a afastar as tropas russas, muitos no sul Global têm uma visão bastante diferente.

É claro que o sul Global é muito vasto. As atitudes face à guerra devastadora - agora no seu 14º mês - variam consideravelmente na América Latina, África, Ásia e Oceânia.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023

CONFLITO MILITAR

Guerra, desinformação e democracia
Carlos Branco, Major-general e Investigador do IPRI-NOVA

ara além da verdade, também a democracia está a ser vítima desta guerra. A divergência de pensamento transformou-se em delito de opinião.
Tornou-se banal admitir que a verdade é a primeira vítima da guerra. Na maioria dos casos, é um reconhecimento pouco útil porque não ajuda a aumentar as defesas contra a mentira. Não nos coloca de sobreaviso. Não eleva os níveis de alerta. Isso aplica-se ao processo comunicacional relacionado com o conflito na Ucrânia, que nos envolveu nos últimos meses.

terça-feira, 17 de janeiro de 2023

CONFLITO UCRÂNIA/RÚSSIA

UCRÂNIA - GUERRA E PAZ / OPINIÃO
por Viktor Medvedevchuk
Fonte - Izvestia; Tradução: Google

A julgar pelo que dizem muitos políticos ocidentais, é absolutamente impossível entender o significado e os mecanismos do conflito na Ucrânia moderna. 
O presidente dos EUA, Biden, por exemplo, nega que haja participação direta dos militares dos EUA no conflito; mas, ao mesmo tempo, relata por toda a parte que os Estados estão fornecendo bilhões de dólares em armas. Se bilhões vão para as necessidades militares da Ucrânia, só pode ser porque os interesses ucranianos são extremamente importantes para os Estados Unidos. Mas se o exército americano não quer lá lutar, talvez eles não sejam tão importantes. 

sábado, 10 de setembro de 2022

CONFLITO RÚSSIA-UCRÂNIA

Por Andrei Martyanov através de "Resitir Info"

«É assim que a gente faz
E, mesmo assim, ainda é enganoso (por ex. a conta de energia russa é… 40 vezes menor que a europeia, em russo), mas pelo menos é um bom começo para os tabloides britânicos olharem para a dinâmica dos preços.

quarta-feira, 11 de maio de 2022

CONFLITO RÚSSIA - UCRÂNIA

Por António Abreu

Em 2014 o golpe de estado de Maidan e a perseguição aos ucranianos de origem russa levou a que a Crimeia, Lugansk e Donetsk referendassem, nesse ano, com larguíssima maioria, a sua independência e pedido de adesão à Federação da Rússia.

A federação aceitou a integração da Crimeia, pedindo à população dos outros dois territórios que se mantivessem como integrantes da Ucrânia. As duas regiões passaram a ser alvo do fogo que, desde então, ceifou as vidas a cerca de 14 mil vítimas. Nos governos ucranianos, o peso de nazi-fascistas manteve-se até agora, depois de terem sido os principais operacionais do pogrom contra os russos no país.

Na sequência disto, realizou-se, em 2015, uma reunião em Minsk, capital da Bielorrússia, de onde saíram os Acordos de Minsk, que previam uma trégua, a troca de prisioneiros, a distribuição de ajuda humanitária e a retirada de armas pesadas, a adoção de negociações entre Kiev e as duas regiões que haviam proclamado a independência, e que descentralizaria temporariamente o poder em Lugansk e Donetsk, a realização de eleições locais, e um diálogo inclusivo a nível nacional. 

Estes acordos foram assinados pela diplomata suíça e representante da OSCE, Heidi Tagliavini, pelo ex-presidente da Ucrânia e representante da Ucrânia, Leonid Kuchma, pelo embaixador russo na Ucrânia e representante da Rússia, Mikhail Zurabov e pelos líderes das Repúblicas Populares de Donetsk e de Lugansk, respectivamente, Alexander Zakharchenko e Igor Plotnitsky

Apesar de se ter realizado a troca de prisioneiros e de ter havido uma redução temporária do conflito, as restantes medidas foram inviabilizadas pela Ucrânia, com os governos dos países europeus que subscreveram esses Acordos a não mexerem um dedo para ele ser aplicado.

É uma vergonha invocarem que esses acordos estariam em vigor e teriam sido violados pela Federação Russa quando esta ordenou a invasão militar de 24 de fevereiro passado, numa missão que contivesse a agressão de Kiev aos cidadãos do Donbass, entre outros objetivos (desnazificação, desmilitarização da Ucrânia).

quinta-feira, 28 de abril de 2022

RÚSSIA - UCRÂNIA

 A segunda morte de Jean Jaurès

António Filipe Membro do Comité Central do PCP e professor universitário

26 ABRIL 2022 9:17

O que sucede na Ucrânia é que, ao contrário do que se pretende fazer crer, a guerra não começou em 2022, mas pelo menos em 2014. Desde o célebre e celebrado golpe de Estado da Praça Maidan que a região leste da Ucrânia vive um clima de guerra permanente que se traduziu em dezenas de milhares de mortos que ninguém pode negar, mas que muita gente finge ignorar.

RÚSSIA - UCRÂNIA

 Carlos Fino

PÚTIN AMEAÇA DE NOVO "REAGIR DE IMEDIATO"

SE HOUVER AMEAÇA EXTERNA DE DIMENSÃO ESTRATÉGICA

Moscovo, 27 de abril - RIA Novosti.

Se alguém quiser intervir na situação na Ucrânia de fora e criar uma ameaça estratégica inaceitável, os ataques serão "rápidos como um raio", disse o presidente russo, Vladimir Putin, em uma reunião do Conselho de Legisladores.