segunda-feira, 10 de abril de 2023
CONFLITO RÚSSIA UCRÂNIA
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023
CONFLITO MILITAR
terça-feira, 17 de janeiro de 2023
CONFLITO UCRÂNIA/RÚSSIA
sábado, 10 de setembro de 2022
CONFLITO RÚSSIA-UCRÂNIA
quarta-feira, 11 de maio de 2022
CONFLITO RÚSSIA - UCRÂNIA
Por António Abreu
Em 2014 o golpe de estado de Maidan e a perseguição aos ucranianos de origem russa levou a que a Crimeia, Lugansk e Donetsk referendassem, nesse ano, com larguíssima maioria, a sua independência e pedido de adesão à Federação da Rússia.
A federação aceitou a integração da Crimeia, pedindo à população dos outros dois territórios que se mantivessem como integrantes da Ucrânia. As duas regiões passaram a ser alvo do fogo que, desde então, ceifou as vidas a cerca de 14 mil vítimas. Nos governos ucranianos, o peso de nazi-fascistas manteve-se até agora, depois de terem sido os principais operacionais do pogrom contra os russos no país.
Na sequência disto, realizou-se, em 2015, uma reunião em Minsk, capital da Bielorrússia, de onde saíram os Acordos de Minsk, que previam uma trégua, a troca de prisioneiros, a distribuição de ajuda humanitária e a retirada de armas pesadas, a adoção de negociações entre Kiev e as duas regiões que haviam proclamado a independência, e que descentralizaria temporariamente o poder em Lugansk e Donetsk, a realização de eleições locais, e um diálogo inclusivo a nível nacional.
Estes acordos foram assinados pela diplomata suíça e representante da OSCE, Heidi Tagliavini, pelo ex-presidente da Ucrânia e representante da Ucrânia, Leonid Kuchma, pelo embaixador russo na Ucrânia e representante da Rússia, Mikhail Zurabov e pelos líderes das Repúblicas Populares de Donetsk e de Lugansk, respectivamente, Alexander Zakharchenko e Igor Plotnitsky
Apesar de se ter realizado a troca de prisioneiros e de ter havido uma redução temporária do conflito, as restantes medidas foram inviabilizadas pela Ucrânia, com os governos dos países europeus que subscreveram esses Acordos a não mexerem um dedo para ele ser aplicado.
É uma vergonha invocarem que esses acordos estariam em vigor e teriam sido violados pela Federação Russa quando esta ordenou a invasão militar de 24 de fevereiro passado, numa missão que contivesse a agressão de Kiev aos cidadãos do Donbass, entre outros objetivos (desnazificação, desmilitarização da Ucrânia).
quinta-feira, 28 de abril de 2022
RÚSSIA - UCRÂNIA
A segunda morte de Jean Jaurès
António Filipe Membro do Comité Central do PCP e professor universitário
26 ABRIL 2022 9:17
O que sucede na Ucrânia é que, ao contrário do que se pretende fazer crer, a guerra não começou em 2022, mas pelo menos em 2014. Desde o célebre e celebrado golpe de Estado da Praça Maidan que a região leste da Ucrânia vive um clima de guerra permanente que se traduziu em dezenas de milhares de mortos que ninguém pode negar, mas que muita gente finge ignorar.
RÚSSIA - UCRÂNIA
Carlos Fino
PÚTIN AMEAÇA DE NOVO "REAGIR DE IMEDIATO"
SE HOUVER AMEAÇA EXTERNA DE DIMENSÃO ESTRATÉGICA
Moscovo, 27 de abril - RIA Novosti.
Se alguém quiser intervir na situação na Ucrânia de fora e criar uma ameaça estratégica inaceitável, os ataques serão "rápidos como um raio", disse o presidente russo, Vladimir Putin, em uma reunião do Conselho de Legisladores.