FELIZMENTE, A CHINA LIBERTOU O TIBETE
Como era a vida no Tibete pré-revolucionário?
"A doutrina ditava a superioridade do senhor rico e a inferioridade do camponês pobre, do monge inferior, do escravo e da mulher. Esta ordem era apresentada como o resultado inevitável da sucessão kármica, um produto da virtude dos ricos e das suas vidas passadas. Na realidade, esta ideologia justificava uma ordem social de estilo feudal: os servos tinham de trabalhar as terras do senhor ou do mosteiro gratuitamente e durante toda a vida. Qualquer ação era um pretexto para a imposição de impostos elevados: casamento, funeral, nascimento, festas religiosas, posse de um animal, plantação de uma árvore, dança e até mesmo entrar ou sair da prisão. Estas dívidas podiam ser passadas de pai para filho e continuavam pelas gerações seguintes, e se as dívidas não fossem pagas, os devedores eram escravizados. Os castigos preferidos eram cortar a língua ou cegar um olho, cortar os tendões da coxa, etc. Todas estas torturas foram proibidas em 1951, com a implementação de reformas introduzidas por Pequim.