terça-feira, 10 de janeiro de 2023
25 DE NOVEMBRO DE 1965
segunda-feira, 9 de janeiro de 2023
PREC
domingo, 6 de fevereiro de 2022
VASCO GONÇALVES
VASCO GONÇALVES - 100 ANOS
Nasceu no dia 3 de Maio de 1921. Faz 100 anos.
Há uns tempos escrevi este texto para ser integrado num livro sobre o “nosso” general.
A fechar este dia não vejo razão para retirar ou juntar qualquer palavra ao texto que então escrevi.
Leiam e digam alguma coisa…
Por Samuel Quedas
domingo, 11 de julho de 2021
REVOLUÇÃO DE ABRIL
"Manuel Duran Clemente
Luís Osório (L.O.) tinha 4 anos em 1974/75. E deve ter ouvido mal o seu querido pai que também amou...um fiel comunista. Este que descanse em paz. O que Luís Osório escreve ,entre as páginas 147 e 150 ,deste seu livro, sobre Vasco Gonçalves, é duma baixeza vergonhosa. A começar pelo título (pág. 147) insinuoso, de má fé e equívoco: "Vasco Gonçalves amou o mais fiel dos salazaristas". Só vinte e cinco linhas depois do inicio deste inqualificável texto, de L.O., se fica a saber que Vasco Gonçalves amou o seu pai "um defensor radical do Estado Novo" segundo o jornalista e intelectual L.O. Tal terá sido confessado por V.G. a L.O. .
domingo, 16 de maio de 2021
DINIS DE ALMEIDA
DINIS DE ALMEIDA - 7 de Julho de 1944 - 16 de Maio de 2021
UM ROSTO DA UTOPIA por Elisa Costa Pinto
«Morreu hoje, mas como ele é mais do que ele, o seu rasto nas vidas de muitos - na minha vida - ficará sempre colado à imagem do rosto jovem e ousado do capitão de Abril, o insurrecto do RALIS, que encantava só por estar ali e ser fiel a si mesmo. "Fittipaldi dos chaimites" chamavam-lhe ironicamente, porque era jovem e belo e sedutor, pecado em tempos de cólera, agora reinventado. Mas é assim que o recordo. E também, claro, nas muitas conversas na 'Tendinha da Espera', no Bairro Alto, já a utopia tinha ido pelo cano e procurávamos reinventá-la nos livros, na pintura, na música, em todos os lugares que nos permitissem a fala.
domingo, 9 de maio de 2021
CITAÇÕES
(...) «O desemprego, a miséria, a fome, a falta de instrução, a falta de habitação, as relações sociais de exploração são contrários ao exercício livre da liberdade.» (...) Vasco Gonçalves
https://www.viriatoteles.net/livros/contas-a-vida/51-vasco-goncalves.html
sábado, 3 de abril de 2021
PADRE MAX
«Contra o esquecimento, com comentários do ex-dirigente da UDP Luís Fazenda, do bispo D. Januário Torgal Ferreira, e do historiador Manuel Loff. De acordo com a sentença de tribunal proferida em 1999, o atentado de 1976 foi financiado e planeado pelo grupo extremista de direita MDLP. É desta organização terrorista de natureza anti-democrática que vem Diogo Pacheco de Amorim, vice-presidente e ideólogo do Chega.» Sérgio Dias Branco
«Vale a pena ouvir! Foram acontecimentos que não podemos esquecer e que, se pouco atentos, corremos o risco de ver repetirem-se. 🙁 O pároco e uma aluna morreram, em 1976, em Vila Real, num ataque à bomba, atribuído à extrema-direita.
domingo, 28 de março de 2021
LEI BARRETO
“LEI BARRETO”… DESONESTIDADE POLÍTICA E INTELECTUAL AO SERVIÇO DA “CONTRA REFORMA AGRÁRIA – Terror, Destruição e Morte no Alentejo”…
1. … as “notas e reflexões” já publicadas… a documentação invocada… as declarações feitas pelos diferentes protagonistas… constituiriam... só por si... prova irrefutável das razões que assistiam aos trabalhadores na sua acção em defesa do sagrado direito ao trabalho… melhores condições de vida… conquista/afirmação da sua cidadania… LIBERDADE… DEMOCRACIA… direitos Humanos Fundamentais... durante séculos sempre negados lhes foram… pela violência… ao serviço dos caducos latifúndios… do absentismo… do capitalismo agrário...
sábado, 10 de outubro de 2020
CAPITÃES DE ABRIL
Diamantino por Carlos Matos Gomes
Os portugueses não conhecem o Diamantino
As portuguesas e os portugueses não conhecem o Diamantino. Antes do Diamantino também não conheceram o Corvacho, nem o Tomaz Ferreira, nem o Vila Lobos, nem o Ramiro, nem o Ernesto, o Melo Antunes, nem o Varela, o Gomes, nem o Victor, o Crespo, os portugueses não conhecem os portugueses que estiveram no dia 25 de Abril de 1974 no comando das operações na Pontinha, nem nas unidades que tomaram o poder. Nem dos que estiveram em Bissau, em Luanda, ou em Nampula a assumir a responsabilidade histórica de resolver um problema colonial que se arrastava desde a Conferência de Berlim (1884), que fora causa da queda da monarquia, da implantação da República, da entrada de Portugal na I Grande Guerra, da instauração da ditadura em 1926 e de uma guerra colonial de 13 anos.
domingo, 10 de maio de 2020
CATARINA SALGUEIRO MAIA
"Escrevo-te ao som de Grândola! Escrevo-te de coração apertado! Escrevo-te a tremer! ". Catarina Salgueiro Maia escreveu este sábado no Facebook uma mensagem ao pai. Neste 25 de abril, o DN recupera um texto publicado originalmente no dia 5 sobre a filha de Salgueiro Maia, capitão de Abril.
Tinha voo marcado para Lisboa em abril, que neste ano dia 25 calha a um sábado e isso permitia-lhe aproveitar a folga para viajar. "Sinto-me estranha se não descer a Avenida nesse dia, se não prestar homenagem aos militares que lutaram pela nossa liberdade e ao meu pai em particular", diz Catarina Salgueiro Maia, 34 anos, filha do capitão que em 1974 tomou o Largo do Carmo e com isso ofereceu a Portugal um dia inicial, inteiro e limpo.
sexta-feira, 21 de junho de 2019
Coordenação: Carlos Almada Contreiras
Participação: Vasco Lourenço, Jacinto Godinho
«Uma das coisas que eu mais gosto é de ver desfazer os mitos do Zé Tuga.
Este livro desfaz a 100% um dos maiores mitos do Zé Tuga. Trata-se da transcrição da gravação da Assembleia do MFA de 11 de Março de 1975.
terça-feira, 11 de setembro de 2018
25 ABRIL
Era Abril, de madrugada,
Alguém gemeu no escuro:
Uma mulher revoltada
Dava à luz o Futuro.
domingo, 19 de abril de 2015
FAMÍLIA MORTÁGUA
SÃO JOSÉ ALMEIDA (Texto), ENRIC VIVES-RUBIO (Fotografia) e FREDERICO BATISTA (video)
A política e os ideais revolucionários correm-lhes nas ?veias. Simbolizam a passagem de gerações do 25 de Abril. São a família Mortágua: Camilo, Mariana, Joana
o há uma sem duas nem duas sem três e se um Mortágua, de nome próprio Camilo, marcou a história portuguesa antes e depois do 25 de Abril, as suas filhas, as gémeas Mariana e Joana, marcam a actualidade política.