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domingo, 9 de maio de 2021

CITAÇÕES

(...) «O desemprego, a miséria, a fome, a falta de instrução, a falta de habitação, as relações sociais de exploração são contrários ao exercício livre da liberdade.» (...) Vasco Gonçalves

https://www.viriatoteles.net/livros/contas-a-vida/51-vasco-goncalves.html

sábado, 3 de abril de 2021

PADRE MAX

 «Contra o esquecimento, com comentários do ex-dirigente da UDP Luís Fazenda, do bispo D. Januário Torgal Ferreira, e do historiador Manuel Loff. De acordo com a sentença de tribunal proferida em 1999, o atentado de 1976 foi financiado e planeado pelo grupo extremista de direita MDLP. É desta organização terrorista de natureza anti-democrática que vem Diogo Pacheco de Amorim, vice-presidente e ideólogo do Chega.» Sérgio Dias Branco

«Vale a pena ouvir! Foram acontecimentos que não podemos esquecer e que, se pouco atentos, corremos o risco de  ver repetirem-se. 🙁  O pároco e uma aluna morreram, em 1976, em Vila Real, num ataque à bomba, atribuído à extrema-direita.

domingo, 28 de março de 2021

LEI BARRETO

 “LEI BARRETO”… DESONESTIDADE POLÍTICA E INTELECTUAL AO SERVIÇO DA “CONTRA REFORMA AGRÁRIA – Terror, Destruição e Morte no Alentejo”…

1. … as “notas e reflexões” já publicadas… a documentação invocada… as declarações feitas pelos diferentes protagonistas… constituiriam... só por si... prova irrefutável das razões que assistiam aos trabalhadores na sua acção em defesa  do sagrado direito ao trabalho… melhores condições de vida… conquista/afirmação da sua cidadania… LIBERDADE… DEMOCRACIA… direitos Humanos Fundamentais... durante séculos sempre negados lhes foram… pela violência… ao serviço dos caducos latifúndios… do absentismo… do capitalismo agrário... 

domingo, 8 de novembro de 2020

OPERAÇÃO CARLOTA

Por Martinho Júnior

EM OUTUBRO DE 1975, NA CAMUXIBA (SAMBA, LUANDA), O GRUPO DE OPERAÇÕES ESPECIAIS DA SEGURANÇA DO ESTADO MAIOR DAS FAPLA RECEBEU SECRETAMENTE NA SUA DISCRETA BASE, A VANGUARDA DE OFICIAIS DAS FAR QUE IRIA COMANDAR PARTE DO PRIMEIRO EFECTIVO DA OPERAÇÃO CARLOTA...

sábado, 10 de outubro de 2020

CAPITÃES DE ABRIL

Diamantino por Carlos Matos Gomes

Os portugueses não conhecem o Diamantino

As portuguesas e os portugueses não conhecem o Diamantino. Antes do Diamantino também não conheceram o Corvacho, nem o Tomaz Ferreira, nem o Vila Lobos, nem o Ramiro, nem o Ernesto, o Melo Antunes, nem o Varela, o Gomes, nem o Victor, o Crespo, os portugueses não conhecem os portugueses que estiveram no dia 25 de Abril de 1974 no comando das operações na Pontinha, nem nas unidades que tomaram o poder. Nem dos que estiveram em Bissau, em Luanda, ou em Nampula a assumir a responsabilidade histórica de resolver um problema colonial que se arrastava desde a Conferência de Berlim (1884), que fora causa da queda da monarquia, da implantação da República, da entrada de Portugal na I Grande Guerra, da instauração da ditadura em 1926 e de uma guerra colonial de 13 anos.

domingo, 10 de maio de 2020

CATARINA SALGUEIRO MAIA

Catarina, filha de Salgueiro Maia e defensora das mulheres de limpeza do Luxemburgo

"Escrevo-te ao som de Grândola! Escrevo-te de coração apertado! Escrevo-te a tremer! ". Catarina Salgueiro Maia escreveu este sábado no Facebook uma mensagem ao pai. Neste 25 de abril, o DN recupera um texto publicado originalmente no dia 5 sobre a filha de Salgueiro Maia, capitão de Abril.

Tinha voo marcado para Lisboa em abril, que neste ano dia 25 calha a um sábado e isso permitia-lhe aproveitar a folga para viajar. "Sinto-me estranha se não descer a Avenida nesse dia, se não prestar homenagem aos militares que lutaram pela nossa liberdade e ao meu pai em particular", diz Catarina Salgueiro Maia, 34 anos, filha do capitão que em 1974 tomou o Largo do Carmo e com isso ofereceu a Portugal um dia inicial, inteiro e limpo.

domingo, 19 de abril de 2015

FAMÍLIA MORTÁGUA

«A política é a casa deles

SÃO JOSÉ ALMEIDA (Texto), ENRIC VIVES-RUBIO (Fotografia) e FREDERICO BATISTA (video)
A política e os ideais revolucionários correm-lhes nas ?veias. Simbolizam a passagem de gerações do 25 de Abril. São a família Mortágua: Camilo, Mariana, Joana

o há uma sem duas nem duas sem três e se um Mortágua, de nome próprio Camilo, marcou a história portuguesa antes e depois do 25 de Abril, as suas filhas, as gémeas Mariana e Joana, marcam a actualidade política.