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domingo, 23 de julho de 2017

FLORESTA

Por António Abreu

Nas últimas 24 horas a deformação mediática das votações ontem ocorridas atribui ao PCP ter inviabilizado a criação de um "banco de terras", deixando ao abandono a limpeza florestal que ninguém está a fazer e que isso manteria riscos de incêndios...

segunda-feira, 3 de julho de 2017

FLORESTAS

«Guardas-florestais contra a sua integração na GNRG
MARIANA OLIVEIRA 28/11/2005

Guardas e técnicos florestais apresentam reservas quanto à medida anunciada e temem que se crie um vazio em algumas tarefas

sábado, 24 de junho de 2017

FLORESTAS

«RÉQUIEM POR PEDROGÃO GRANDE

A culpa, dizem-nos, pode ter sido de uma “trovoada seca” associada a uma onda de calor e ao nosso clima mediterrânico.

FLORESTAS

«OPINIÃO
Jorge Paiva
Como passámos a ter estradas onde corremos o risco de ser incinerados
20 de Junho de 2017

Não me vou alongar demasiado com a história do desastre da cobertura florestal deste desgraçado país, pois está explicitada no artigo "Os incêndios e a desertificação de Portugal florestal", publicado no PÚBLICO, há cerca de dez anos. Apesar de andar a alertar para as causas dos piroverões anuais que acontecem há cerca de quatro dezenas de anos e como se pode resolver o problema, os governos sucessivos que temos tido, não só nada fizeram, como também têm sido colaboracionistas na florestação mono-específica, contínua e contígua, sem o mínimo de ordenamento e regras.

FLORESTAS

«Os incêndios e a desertificação do Portugal florestal

OPINIÃO
Como passámos a ter estradas onde corremos o risco de ser incinerados
JORGE PAIVA 23/01/2006

Antes da última glaciação, Portugal estava coberto por uma floresta sempre-verde (laurisilva). Durante essa glaciação a descida drástica da temperatura fez desaparecer quase por completo essa laurisilva, tendo sido substituída por uma cobertura florestal semelhante à actual taiga. Após o período glaciar, a temperatura voltou a subir, ficando o país com um clima temperado como o actual.

FLORESTAS

«“Estás a ver no que dá terem acabado com os Serviços Florestais?”
FERNANDO SANTOS PESSOA
18 de Junho de 2017

Nos momentos em que escrevo estas linhas está a desenrolar-se uma das maiores tragédias florestais em Portugal, senão mesmo a maior. E estas notas não terão a ver directamente com o caos dos incêndios que nesta altura atacam o centro do nosso país mas têm indirectamente. E a resposta está no telefonema que me foi feito, a meio da manhã, pelo Prof. Jorge Paiva da Universidade de Coimbra, que me dizia desesperado: “Estás a ver no que dá terem acabado com os Serviços Florestais?”