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terça-feira, 29 de junho de 2021

POESIA

O meu menino é d´oiro

O meu menino é d'oiro

É d'oiro o meu menino

Hei-de levá-lo ao céu

Enquanto for pequenino

POESIA JOSÉ AFONSO

O meu menino é d'oiro

É d'oiro fino

Venham altas montanhas, ventos do mar

Que o meu menino nasceu pra amar

Venha comigo, venham, que eu não vou só

Levo o menino no meu trenó

sábado, 29 de dezembro de 2018

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

CEIFEIRA

Oiçam e cantem a "Ceifeira", uma das muitas jóias do Cante Alentejano, que nos fala de luta, da terra, da justiça e do amor <3

CEIFEIRA
(tradicional Alentejo, Celina da Piedade, Alex Gaspar)

A luta,
A luta é de quem trabalha
Mudando o presente com as mãos
Também é
Também é dos que acreditam
Também é dos que acreditam
Que os seus sonhos não são vãos

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

NATALIE MERCHANT

CANÇÕES 2017 (as minhas) - XII
Natalie Merchant - Kind and Generous
Vídeo http://bit.ly/2leIREd

«Kind and Generous é apenas ... Estou muito orgulhosa por ter escrito esta canção. Sempre quis escrever uma música em torno de um sentimento simples e universal. Toda a canção roda à volta desse sentimento: gratidão. Quando a concluí senti que realizei a minha missão. Simples e directa, ponto. 
Todos sabem do que falo, logo à primeira. Podem acompanhar. Cantem comigo.» Natalie Merchant

«"Kind and Generous" is just ... I'm proud of the song because I always wanted to write a song that had an extremely universal, simple sentiment. And just gratitude, that's all this song is about and really I feel like I accomplished my mission: simple, to the point. And everyone knows what I'm talking about the first time they hear the song, and they can sing along.» Natalie Merchant

domingo, 23 de julho de 2017

ABANDONO

Por volta de 1962, o fado de Amália Rodrigues, "Abandono", também conhecido como o "Fado de Peniche", foi proibido por ser considerado um hino aos que se encontravam presos em Peniche.

Abandono

(Este fado ficou conhecido como Fado Peniche)  
                                                                           
Por teu livre pensamento

Foram-te longe encerrar
Tão longe que o meu lamento

domingo, 10 de abril de 2016

CULTURA COLECTIVA

«Sin música, la vida sería un error.
Friedrich Nietzsche

Si un pensador de la talla de Nietzsche llegó a comprender lo anterior, podemos decir que la música es una necesidad universal del hombre. Es claro que él se refería a la complejidad y voluptuosidad de las composiciones de Richard Wagner, uno de sus ídolos durante su primera etapa filosófica. Aún así, podemos concluir que el acto trascendente que hacía valer por sobre todas las cosas a la música es que despertaba nuestro ímpetu dionisiaco.

CULTURA COLECTIVA

«“El arte de la música es el que más cercano se halla de las lágrimas y los recuerdos”.
– Oscar Wilde

Existen momentos en la vida que toman fuerza cuando los encontramos entre las letras de nuestras canciones favoritas. Canciones que entienden el lenguaje del alma, transformándolo en perfectas melodías capaces de hablar de nuestra tristeza y alegría, de la desesperación y la ilusión que nos remolcan como torbellinos en la historia de nuestra existencia.

domingo, 3 de abril de 2016

SÍLVIA PÉREZ CRUZ

«Cancion del anarquista Chicho sanchez ferlosio

Gallo rojo, gallo negro (Los dos gallos): Esta canción supuso para los luchadores antifranquistas un himno de combate comparable a La Internacional y al himno libertario A las barricadas. El título alude a una pelea de gallos, uno rojo y otro negro: "Se encontraron en la arena / los dos gallos frente a frente. / El gallo negro era grande / pero el rojo era valiente". El simbolismo es elemental: el gallo negro, grande y cobarde, representa al fascismo, la dictadura oprobiosa, mientras que el gallo rojo, pequeño pero valiente, encarna la lucha antifranquista. Al final habla el gallo rojo y le hace una advertencia al gallo negro: "Gallo negro, gallo negro, / gallo negro, te lo advierto: / no se rinde un gallo rojo / más que cuando está ya muerto".

Gallo rojo, gallo negro - Los dos gallos

Cuando canta el gallo negro
Es que ya se acaba el dia
Si cantara el gallo rojo
Otro gallo cantaria

domingo, 20 de dezembro de 2015

NATALIE MERCHANT

«Uma das mais influentes cantoras e compositoras da música contemporânea, a carreira artística de Natalie Merchant pode ser dividida em duas partes: a primeira com o sensacional 10.000 Maniacs e a segunda com o trabalho solo que desenvolve desde 1995. Somente a primeira parte já serviria como um referencial ao cancioneiro americano. O 10.000 Maniacs, grupo de origem universitária do estado de Nova Iorque, realizou uma amálgama perfeita entre o folk e o pop (no melhor sentido da palavra), com grandes doses de influência da poesia norte-americana. Tudo muito alegre, muito lírico e com muita inteligência.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

WE REMEMBER

«I remember that I had promised to do this. If Jim is right then the song below is the one that was wanted.

I have seen this song attributed to MacColl or to MacColl/Seeger in other places, but in Peggy Seeger's songbook she doesn't credit MacColl at all (she usually does in other songs). The tune she writes is "traditional Scots Gaelic".

terça-feira, 22 de setembro de 2015

MORRISSEY, THE LAST ONE?

«Morrissey says 'there is no need for me to say goodbye' as he plays 'final' UK gig in London
Former Smiths singer has said there is no point touring if he can't get a record deal

MARK BEAUMONT, 22ND SEPTEMBER 2015

Morrissey closed what he has claimed will be his last ever UK show last night (September 21) by telling the avid crowd "our UK days conclude, but there is no need for me to say goodbye because we will all be close for the rest of our days".

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

ERA UMA VEZ O ESPAÇO

«Era uma vez o espaço
Lá em cima, há planícies sem fim
Há estrelas que parecem correr
Há o sol e a vida a nascer
Nós aqui sem parar numa terra a girar
Lá em cima, há um céu de cetim
Há cometas, há planetas sem fim Galileu teve um sonho assim
Há uma nave no espaço, a subir passo a passo
Lá em cima pode ser o futuro A alegria, vamos salvar o mundo
E a rir, unidos num abraço Vamos contar uma história
Era uma vez... o Espaço Lá em cima,
já não há sentinelas
Sinfonia toda feita de estrelas
Uma casa sem portas nem janelas
É estenderes o braços e tu estás no espaço»


sexta-feira, 24 de julho de 2015

CARLOS PAREDES

«Morreu Carlos Paredes
Um músico comprometido

Morreu Carlos Paredes. Esse Carlos Paredes que, músico de enorme e merecido prestígio, era paralelamente um homem comprometido com o seu povo, com quem nunca deixou de estar, antes e depois da Revolução de Abril.
Como o próprio reconhecia, era para esse povo - motivo maior das suas preocupações enquanto homem e enquanto artista - que ele trabalhava, dele recebendo simultaneamente inspiração.

SILVIO RODRÍGUEZ

«Os trovadores esses perigosos terroristas
Li pela primeira vez esta bizarra notícia, no “Salvo-Conduto”. É (também) para isso que servem, felizmente, alguns blogues. Depois, já a vi reproduzida em mais uns quantos lugares, como, por exemplo, o excelente post do "O tempo das cerejas".

CARLOS PAREDES

«Canto do Amanhacer
Aí está 2011. O ano que todos nos prometem pior do que aquele que passou. Mesmo aqueles que, enquanto iam mentindo sobre o fim da crise, estavam, ao mesmo tempo, adoptando políticas que, bem sabiam, a iriam aprofundar. Agora já só parecem capazes de “prometer” o pior.

SILVIO RODRÍGUEZ

«“La ultima vez lo vi irse
entre el humo y metralla
contento y desnudo:
iba matando canallas
con su cañón de futuro.”
(Sílvio Rodriguez – letra completa aqui)

Descobri a música cubana (que verdadeiramente me interessa) apenas depois de Abril.

SILVIO RODRÍGUEZ

Silvio Rodríguez
«Deixado “à solta” seria bem capaz de me esquecer do meu próprio aniversário... “habilidade” que há sempre quem se encarregue de impedir. O mesmo não acontece com os aniversários do “Cantigueiro”, que fez cinco anos... no passado dia 20 deste Agosto.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

CARLOS PAREDES

Biografia
«A biografia de Carlos Paredes está ligada desde os primeiros anos à guitarra portuguesa - uma tradição familiar iniciada pelo seu avô Gonçalo Paredes, tio-avô Manuel Paredes, seu pai e por ele continuada.

Filho de Artur Paredes, empregado bancário e músico amador e de Alice Candeias Rosas Paredes, professora do ensino secundário, nasceu em Coimbra a 16 de Fevereiro de 1925.