Max Penson (Maks Zakharovich Penson) (1893–1959) foi um famoso fotojornalista russo/soviético, fotógrafo da União Soviética, conhecido pelas suas fotografias do Uzbequistão. A suas fotografias documentaram a transformação económica do Uzbequistão, de uma sociedade feudal altamente tradicional numa república soviética moderna entre 1920 e 1940. Max Penson é um dos representantes mais proeminentes da fotografia uzbeque.
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sábado, 13 de março de 2021
domingo, 23 de julho de 2017
FOTOGRAFIA
Debaixo dos nossos pés, um mundo maravilhoso
Exposição divulga património único e enigmático
O Museu Mineiro de São Pedro da Cova, no concelho de Gondomar, acolhe até 9 de Setembro a exposição fotográfica «À descoberta do Mundo Subterrâneo».
Exposição divulga património único e enigmático
O Museu Mineiro de São Pedro da Cova, no concelho de Gondomar, acolhe até 9 de Setembro a exposição fotográfica «À descoberta do Mundo Subterrâneo».
sexta-feira, 21 de julho de 2017
CÂMARA, CÂMERA, MÁQUINA
Máquina, câmara ou câmera fotográfica: qual a expressão correcta?
É bastante comum ouvirmos, lermos – ou dizermos! – a expressão “máquina fotográfica”, assim como “câmera” ou “câmara”. Serão sinónimos ou estaremos a cair numa armadilha da linguagem? É óbvio que não somos todos fotógrafos profissionais, muito menos será esse o motivo que nos impede de passar a mensagem. Mas é sempre curioso (e útil), esclarecer estas pequenas grandes questões, especialmente quando gostamos de fotografia. Vamos a isso!
É bastante comum ouvirmos, lermos – ou dizermos! – a expressão “máquina fotográfica”, assim como “câmera” ou “câmara”. Serão sinónimos ou estaremos a cair numa armadilha da linguagem? É óbvio que não somos todos fotógrafos profissionais, muito menos será esse o motivo que nos impede de passar a mensagem. Mas é sempre curioso (e útil), esclarecer estas pequenas grandes questões, especialmente quando gostamos de fotografia. Vamos a isso!
domingo, 3 de julho de 2016
TINA MODOTTI
«Tina Modotti: vida, revolución, fotografía
POR OLIVIA CAMP
El primer problema con Tina Modotti es que era mujer. El segundo, que fue comunista. La excepcional fotógrafa italiana tuvo, como todo el mundo, una vida privada y una ideología. Quizás una vida personal y una conciencia política más intensas que la mayoría de la gente, pero, a fin de cuentas, algo no exclusivo de unos pocos. Lo que importa, por tanto, sin desmerecer al resto de la persona, es la artista, en su contexto.
POR OLIVIA CAMP
El primer problema con Tina Modotti es que era mujer. El segundo, que fue comunista. La excepcional fotógrafa italiana tuvo, como todo el mundo, una vida privada y una ideología. Quizás una vida personal y una conciencia política más intensas que la mayoría de la gente, pero, a fin de cuentas, algo no exclusivo de unos pocos. Lo que importa, por tanto, sin desmerecer al resto de la persona, es la artista, en su contexto.
MODOTTI-WESTON
«Amor entre fotógrafos – Fascinación: Modotti-Weston
Gracias a la colaboración entre el Museo de Arte Moderno y el Museo de Arte Contemporáneo de Monterrey se exhibe en el MAM una muestra que revela la relación entre los fotógrafos Tina Modotti (1896-1942) y Edward Weston (1886-1958).
Gracias a la colaboración entre el Museo de Arte Moderno y el Museo de Arte Contemporáneo de Monterrey se exhibe en el MAM una muestra que revela la relación entre los fotógrafos Tina Modotti (1896-1942) y Edward Weston (1886-1958).
quarta-feira, 22 de julho de 2015
VIDA SOVIÉTICA
«Visão humanista da vida soviética chega a São Paulo
22/07/2015 Marina Darmaros, Vanessa Ruiz, Gazeta Russa
Ícone da fotografia soviética, Vladímir Lagrange comanda visita guiada em abertura de sua primeira individual em São Paulo, após passagens por Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
"Pela primeira vez na vida, atravessarei a Linha do Equador e o Oceano. Talvez eu veja o Cruzeiro do Sul." Foi assim, com poesia, que o premiado fotógrafo russo Vladímir Lagrange previu a primeira visita para mostrar sua obra no Brasil, no início de 2014.
Agora, São Paulo é quem recebe as obras do fotógrafo pela primeira vez. Entre 25 de julho e 20 de setembro, a Caixa Cultural da capital paulista abriga a exposição "Assim Vivíamos". São 65 imagens em preto e branco escolhidas a dedo, que mostram cenas do cotidiano da antiga União Soviética.
Marcando a abertura, Lagrange fará uma visita guiada com o curador da mostra, Luiz Gustavo Carvalho, no primeiro dia de visitação, às 11h, para falar sobre sua obra e o papel da fotografia russa na segunda metade do século 20.
“A mostra é uma ótima oportunidade para o público conhecer mais profundamente o cotidiano da antiga União Soviética por meio de uma testemunha sensível e direta. Na obra de Lagrange, encontram-se drama e humor, além de uma perene compaixão pelo ‘homem simples’, retratado pelo fotógrafo por meio de uma linguagem visual profunda e singular”, diz Carvalho.
Carvalho, que é pianista, conheceu a obra de Lagrange em 2007, durante os quatro anos em que viveu em Moscou. "Lagrange é um fotógrafo russo de extrema importância para o entendimento da sociedade soviética após a morte de [Iosif] Stalin [em 1953]".
Senso de humor humanista
O desejo de Carvalho de trazer a obra de Vladímir Lagrange para o Brasil surgiu após outra exposição curada por ele nos últimos anos, a do fotógrafo lituano Antanas Sutkus.
"A ideia de mostrar a arte de Lagrange veio quase como um complemento a essa exposição, no sentido de que Sutkus oferece uma visão da União Soviética desde um país dominado, enquanto Lagrange traz a visão de dentro da Rússia".
Ambos seguem a tradição humanista. Lagrange mostra, sempre com muito respeito, o cidadão comum da União Soviética com um toque de humor de maneira sutil.
Na análise de Carvalho, esse aspecto constitui outro ponto forte. "O senso de humor é algo delicado porque, na fotografia, pode cair muito facilmente na paródia, na anedota, na caricatura. E de uma maneira perspicaz, sempre guardando o humanismo, as obras dele não caem nestes domínios."
É aí que entra a sensibilidade deste fotógrafo, tão notável quanto sua técnica.
"O dinamismo com o qual ele compõe as imagens é muito interessante. Elas são extremamente elaboradas, inclusive no que diz respeito à geometria das formas. O jeito como ele brinca com os contrastes e as perspectivas também é muito particular", explica Carvalho.
A vida em preto e branco
Nascido em 1939, Lagrange iniciou a carreira aos 20 anos, em uma época em que não havia bons filmes fotográficos em cores à disposição na URSS.
"Isso determinou minha escolha [pelo preto e branco]; todos meus colegas usaram a fotografia em preto e branco. Até hoje, tenho uma certa nostalgia em relação a esse tipo de fotografia", explica Lagrange.
"[O fotógrafo americano do início do século passado] Ansel Adams dizia que a fotografia em cores é literal demais, que não deixa espaço para interpretação pessoal", completa.
Vladímir Lagrange fez carreira trabalhando para veículos de imprensa soviéticos, o que deixa margem para a dúvida: seu trabalho, então, é jornalismo ou arte?
"Quando tiro fotografias, não penso nessa distinção. Esse é o trabalho dos críticos e historiadores. Mas, na minha opinião, a fotografia em si é arte, não importa a tendência seguida pelo autor. Se for realismo, vanguarda, pós-modernismo etc., o importante é não deixar o espectador indiferente", explica.
"É preciso dar algum impacto, trazer algo novo na visão do espectador, que gere reflexão.”
Quanto à censura, questão que também costuma rondar sua obra, ele diz que a autocensura, proveniente "da educação e princípios morais", era mais forte que a exercida pelos editores.
"A censura era mais para escritores, artistas, cineastas. Na revista, não éramos muito perturbados com isso. Hoje em dia, tem algo errado com a imprensa no meu país, mas isso é já outra história."
Política e ideologia à parte, para esse fotógrafo russo, o trabalho é um "remédio contra todas as doenças e a velhice", sempre lhe trazendo novidades.»
Fonte: Gazeta Russa http://bit.ly/1RQDuqK
22/07/2015 Marina Darmaros, Vanessa Ruiz, Gazeta Russa
Ícone da fotografia soviética, Vladímir Lagrange comanda visita guiada em abertura de sua primeira individual em São Paulo, após passagens por Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
"Pela primeira vez na vida, atravessarei a Linha do Equador e o Oceano. Talvez eu veja o Cruzeiro do Sul." Foi assim, com poesia, que o premiado fotógrafo russo Vladímir Lagrange previu a primeira visita para mostrar sua obra no Brasil, no início de 2014.
Agora, São Paulo é quem recebe as obras do fotógrafo pela primeira vez. Entre 25 de julho e 20 de setembro, a Caixa Cultural da capital paulista abriga a exposição "Assim Vivíamos". São 65 imagens em preto e branco escolhidas a dedo, que mostram cenas do cotidiano da antiga União Soviética.
Marcando a abertura, Lagrange fará uma visita guiada com o curador da mostra, Luiz Gustavo Carvalho, no primeiro dia de visitação, às 11h, para falar sobre sua obra e o papel da fotografia russa na segunda metade do século 20.
“A mostra é uma ótima oportunidade para o público conhecer mais profundamente o cotidiano da antiga União Soviética por meio de uma testemunha sensível e direta. Na obra de Lagrange, encontram-se drama e humor, além de uma perene compaixão pelo ‘homem simples’, retratado pelo fotógrafo por meio de uma linguagem visual profunda e singular”, diz Carvalho.
Carvalho, que é pianista, conheceu a obra de Lagrange em 2007, durante os quatro anos em que viveu em Moscou. "Lagrange é um fotógrafo russo de extrema importância para o entendimento da sociedade soviética após a morte de [Iosif] Stalin [em 1953]".
Senso de humor humanista
O desejo de Carvalho de trazer a obra de Vladímir Lagrange para o Brasil surgiu após outra exposição curada por ele nos últimos anos, a do fotógrafo lituano Antanas Sutkus.
"A ideia de mostrar a arte de Lagrange veio quase como um complemento a essa exposição, no sentido de que Sutkus oferece uma visão da União Soviética desde um país dominado, enquanto Lagrange traz a visão de dentro da Rússia".
Ambos seguem a tradição humanista. Lagrange mostra, sempre com muito respeito, o cidadão comum da União Soviética com um toque de humor de maneira sutil.
Na análise de Carvalho, esse aspecto constitui outro ponto forte. "O senso de humor é algo delicado porque, na fotografia, pode cair muito facilmente na paródia, na anedota, na caricatura. E de uma maneira perspicaz, sempre guardando o humanismo, as obras dele não caem nestes domínios."
É aí que entra a sensibilidade deste fotógrafo, tão notável quanto sua técnica.
"O dinamismo com o qual ele compõe as imagens é muito interessante. Elas são extremamente elaboradas, inclusive no que diz respeito à geometria das formas. O jeito como ele brinca com os contrastes e as perspectivas também é muito particular", explica Carvalho.
A vida em preto e branco
Nascido em 1939, Lagrange iniciou a carreira aos 20 anos, em uma época em que não havia bons filmes fotográficos em cores à disposição na URSS.
"Isso determinou minha escolha [pelo preto e branco]; todos meus colegas usaram a fotografia em preto e branco. Até hoje, tenho uma certa nostalgia em relação a esse tipo de fotografia", explica Lagrange.
"[O fotógrafo americano do início do século passado] Ansel Adams dizia que a fotografia em cores é literal demais, que não deixa espaço para interpretação pessoal", completa.
Vladímir Lagrange fez carreira trabalhando para veículos de imprensa soviéticos, o que deixa margem para a dúvida: seu trabalho, então, é jornalismo ou arte?
"Quando tiro fotografias, não penso nessa distinção. Esse é o trabalho dos críticos e historiadores. Mas, na minha opinião, a fotografia em si é arte, não importa a tendência seguida pelo autor. Se for realismo, vanguarda, pós-modernismo etc., o importante é não deixar o espectador indiferente", explica.
"É preciso dar algum impacto, trazer algo novo na visão do espectador, que gere reflexão.”
Quanto à censura, questão que também costuma rondar sua obra, ele diz que a autocensura, proveniente "da educação e princípios morais", era mais forte que a exercida pelos editores.
"A censura era mais para escritores, artistas, cineastas. Na revista, não éramos muito perturbados com isso. Hoje em dia, tem algo errado com a imprensa no meu país, mas isso é já outra história."
Política e ideologia à parte, para esse fotógrafo russo, o trabalho é um "remédio contra todas as doenças e a velhice", sempre lhe trazendo novidades.»
Fonte: Gazeta Russa http://bit.ly/1RQDuqK
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
CITAÇÕES
«Não fazemos uma foto apenas com uma câmera; ao ato de fotografar trazemos todos os livros que lemos, os filmes que vimos, a música que ouvimos, as pessoas que amamos” (Ansel Adams).»
FRANCESCA WOODMAN
«O suicídio da fotógrafa Francesca Woodman, segundo o filósofo Arthur Danto
Suas fotografias são, como toda arte dessa natureza, tão poderosas que é impossível passar por elas sem ser atraído, sem sentir certa perturbação e angústia, sem pensar nos limites do corpo. Francesca explora o corpo humano, seus limites e temas como a solidão, a morte e o feminino.»
Suas fotografias são, como toda arte dessa natureza, tão poderosas que é impossível passar por elas sem ser atraído, sem sentir certa perturbação e angústia, sem pensar nos limites do corpo. Francesca explora o corpo humano, seus limites e temas como a solidão, a morte e o feminino.»
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
segunda-feira, 28 de julho de 2014
domingo, 1 de junho de 2014
EDUARDO GAGEIRO
«Conseguiu pôr um cão ao colo de Cavaco e que Champalimaud calçasse umas luvas de boxe, mas não cumpriu o sonho de fazer um retrato de Fidel Castro. Apesar disso, anda sempre com uma fotografia do Comandante na carteira, para os amigos não lhe chamarem mentiroso. Natural de Sacavém, onde começou a trabalhar aos 12 anos na fábrica que hoje tem uma exposição dedicada à sua obra, Eduardo Gageiro fotografou em 70 países. Porém, são sobretudo as suas imagens a preto e branco de Lisboa que continuam a deliciar os amantes de fotografia.
quarta-feira, 23 de abril de 2014
quarta-feira, 26 de março de 2014
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
FOTOGRAFIA
«Composição Fotográfica
“A composição deve ser uma de nossas preocupações constantes, até nos encontrarmos prestes a tirar uma fotografia; e então, devemos ceder lugar à sensibilidade...” (Henri Cartier-Bresson)
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
sexta-feira, 26 de julho de 2013
MEXICO USA
Two border patrol officers attempt to keep a fugitive in the US.
International Border, Near El Paso, Texas, USA.
Luis Marden, National Geographic Creative.
International Border, Near El Paso, Texas, USA.
Luis Marden, National Geographic Creative.
quinta-feira, 9 de maio de 2013
quarta-feira, 8 de maio de 2013
terça-feira, 30 de abril de 2013
DAILY GALLERY
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