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domingo, 25 de outubro de 2020

ANTÓNIO ALEIXO

 O mundo só pode ser

Melhor do que até aqui

Quando consigas fazer

Mais pelos outros que por ti.


Por António Aleixo

terça-feira, 7 de julho de 2020

JOSÉ MÁRIO BRANCO

«Boa noite.
Este filme foi feito com o meu acordo e a minha colaboração, ao longo de muitos anos de trabalho e sem quaisquer apoios oficiais. Muito agradeço aos seus autores, Nelson Guerreiro e Pedro Fidalgo.

Só não estou hoje aqui porque decidi não participar nos festejos dos 40 anos do 25 de Abril. Festejar o quê? Foi isto que quisemos? Como é que aqui chegámos? Acaso estamos vivos? Deixámos que esta geração de gestores iníquos, filhos de Cavaco e netos de Salazar, alinhassem as nossas almas no seu dormitório. Deixámos que os homens pequenos, agora, sejam demais, e se tenham tornado fatais. E, de novo, o trono é de um charlatão.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

ARTE XÁVEGA

«Furadouro: BARCOS TÍPICOS da Arte Xávega com TRISTE FIM
Rubrica Atual | Agosto 1, 2015

Sendo a antiga relação com o mar a razão da formação do povoado que deu origem ao Furadouro, no Concelho de Ovar, em que através de séculos se baseou na atividade piscatória com uma significativa evolução dos métodos e técnicas de obter do mar o sustento das centenas de famílias que dependiam da faina da pesca que chegou a dar origem a uma significativa indústria como as conservas.

ARTE XÁVEGA

«Donde vêm os nossos barcos?

Jornal JOÃO SEMANA (01/02/1978)
TEXTO: Almeida Langhans

Donde vêm os nossos barcos? De longe, muito longe, onde três continentes quase se tocam: Europa, Ásia e África. Mais precisamente: da ilha de Creta, à entrada do mar Egeu, entre a Grécia e a Turquia.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

ARTE XÁVEGA

Arte de Xávega
«A arte de xávega, do árabe xabaka, é um aparelho de pesca de arrasto demersal que, na nossa costa, é lançado pelo barco de mar. Partindo da praia, desloca-se até à distância consentida pelo aparelho e à praia regressa, iniciando-se, então, o arrasto propriamente dito.
A xávega é, portanto, uma arte envolvente de arrastar pelo fundo e alar para a praia, constando o aparelho, ou arte, de um saco prolongado por duas asas ou mangas, nos extremos das quais se amarram os cabos de alagem ou calas.

ARTE XÁVEGA

Arte Xávega
«O termo “xávega” deriva do árabe xabaka que significa “rede”; é usado quer para definir “rede para pesca de arrasto” como o próprio “barco”. O conceito subjacente a “Arte Xávega” é usado para caracterizar o trabalho de pesca costeira tradicional e artesanal de cerco de arrasto que remonta ao século XIX.