Eis como nasceram as fábulas sobre os «milhões de vítimas do estalinismo».
do livro "Um Outro Olhar Sobre Stalin", de Ludo Martens
Origem https://bit.ly/3cvoFGW
Em 18 de Fevereiro de 1935, nos Estados Unidos, a imprensa de Hearst – o grande magnata da imprensa e simpatizante dos nazis – inicia a publicação de uma série de artigos de Thomas Walker, apresentado como grande viajante e jornalista, que viajou através da União Soviética durante vários anos. À cabeça da 1ª página do "Chicago American", de 25 de Fevereiro, surgiu um título enorme: «A fome na URSS faz 6 milhões de mortos. Colheita dos camponeses confiscada, homens e animais rebentam». A meio da página, um outro título: «Jornalista arrisca a vida para obter fotos da carnificina». No rodapé: «Fome – crime contra a Humanidade».
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quarta-feira, 13 de maio de 2020
sábado, 2 de maio de 2015
URSS
«Mentiras sobre a história da União Soviética.
De Hitler e Hearst a Conquest e Solzjenitsyn!
História dos supostos milhões de presos e mortos nos campos de trabalho e pela fome na União Soviética no tempo de Stáline.
Neste mundo em que vivemos, quem consegue escapar às terriveis histórias de mortes suspeitas e assassinios nos campos de trabalho Gulag na União Soviética? Quem consegue escapar às histórias de milhões de mortos pela fomes e de milhões de opositores executados na União Soviética no tempo de Stáline? No mundo capitalista repetem-se estas histórias em livros, jornais, radio, televisão e filme numa quantidade infinita e o mito de dezenas de milhões de vitimas que o socialismo teria causado tem crescido sem limites nos últimos cinquenta anos.
De Hitler e Hearst a Conquest e Solzjenitsyn!
História dos supostos milhões de presos e mortos nos campos de trabalho e pela fome na União Soviética no tempo de Stáline.
Neste mundo em que vivemos, quem consegue escapar às terriveis histórias de mortes suspeitas e assassinios nos campos de trabalho Gulag na União Soviética? Quem consegue escapar às histórias de milhões de mortos pela fomes e de milhões de opositores executados na União Soviética no tempo de Stáline? No mundo capitalista repetem-se estas histórias em livros, jornais, radio, televisão e filme numa quantidade infinita e o mito de dezenas de milhões de vitimas que o socialismo teria causado tem crescido sem limites nos últimos cinquenta anos.
STÁLIN
«Como se vestia Stálin
30/08/2014 Inna Fiodorova, especial para Gazeta Russa
Stálin vestia jaqueta (o “french”, casaco que foi usado pelos oficiais franceses e britânicos e que recebeu seu nome de John Denton French) paramilitar com botas e, mais tarde, começou a usar uniforme –assim se formava a imagem do líder soviético mais famoso.
30/08/2014 Inna Fiodorova, especial para Gazeta Russa
Stálin vestia jaqueta (o “french”, casaco que foi usado pelos oficiais franceses e britânicos e que recebeu seu nome de John Denton French) paramilitar com botas e, mais tarde, começou a usar uniforme –assim se formava a imagem do líder soviético mais famoso.
quarta-feira, 9 de abril de 2014
REVISIONISMO
«Historiador norte-americano desmente “terror” de Stalin
A pesada artilharia ideológica do revisionismo e da Guerra Fria contra Stálin e suas realizações na construção do socialismo na União Soviética ainda hoje se faz sentir. Não é verdade que o mero distanciamento no tempo nos permite ver com mais clareza o que se passou, como lemos tantas vezes nas capas de dezenas de livros burgueses sobre o período. Não nesse caso. Conforme nos ensina Lênin, não existe neutralidade numa sociedade dividida em classes, e, por isso, não é de se esperar que autores burgueses mudem seu ponto de vista com o passar dos anos.
A pesada artilharia ideológica do revisionismo e da Guerra Fria contra Stálin e suas realizações na construção do socialismo na União Soviética ainda hoje se faz sentir. Não é verdade que o mero distanciamento no tempo nos permite ver com mais clareza o que se passou, como lemos tantas vezes nas capas de dezenas de livros burgueses sobre o período. Não nesse caso. Conforme nos ensina Lênin, não existe neutralidade numa sociedade dividida em classes, e, por isso, não é de se esperar que autores burgueses mudem seu ponto de vista com o passar dos anos.
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