Por Guilherme Antunes
Ex-combatente do exército colonial em Moçambique, com uma experiência maldita de 44 meses de “serviço”, conheci bem a ausência na guerra colonial dos filhinhos da “elite” salazarista. Que avançassem os filhos do povo.
Não foi assim na defesa epopeica da terra soviética, em que os filhos das mais altas figuras da Revolução foram os primeiros a oferecerem-se para a frente de batalha, ajudando a glorificar um mundo novo nascido do exemplo dos seus chefes mais destacados. Assim: