Manecas Santos: “Amílcar Cabral não era sonhador, era um político”
Escrito por Jorge Montezinho, Expresso das Ilhas
Combatente da Liberdade, Manuel dos Santos, o Comandante Manecas, está nos dois momentos que ficam para a história da guerra colonial: o assalto ao quartel de Guiledje e a introdução dos mísseis Strella no cenário da luta pela independência. No pós independência, acaba por ficar na Guiné-Bissau, onde chegou a ser Ministro das Finanças e embaixador em Angola. De passagem por Cabo Verde, aceitou dar uma entrevista ao Expresso das Ilhas. E foi uma conversa sem tabus.
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terça-feira, 16 de agosto de 2016
MANECAS SANTOS E AMÍLCAR CABRAL
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sábado, 26 de julho de 2014
ESTÉTICA DA GUERRA
«ESTÉTICA DA GUERRA
Todas as coisas deste mundo e do outro podem ser encaradas sob um aspecto que as revele elegantes, quer elas o sejam, quer não.
Todas as coisas deste mundo e do outro podem ser encaradas sob um aspecto que as revele elegantes, quer elas o sejam, quer não.
ESTÉTICA DA GUERRA
«A estética da guerra é algo que o regime capitalista sustenta de forma perene.
A partir desta ideia, desenvolvida tanto na ficção, quanto em confrontos reais editados pela mídia corporativa, é possível manter, através da violência bélica, confrontos como os que vemos hoje e que atravessaram como uma alvejada de fuzil o século XX.
A partir desta ideia, desenvolvida tanto na ficção, quanto em confrontos reais editados pela mídia corporativa, é possível manter, através da violência bélica, confrontos como os que vemos hoje e que atravessaram como uma alvejada de fuzil o século XX.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
URSS - AFEGANISTÃO
«Principal lição da campanha afegã da URSS
Há um quarto de século atrás terminou a permanência de quase dez anos do contingente limitado de tropas soviéticas no Afeganistão. A campanha afegã foi talvez a maior e a mais problemática ação na política externa da União Soviética depois da Segunda Guerra Mundial.
Há um quarto de século atrás terminou a permanência de quase dez anos do contingente limitado de tropas soviéticas no Afeganistão. A campanha afegã foi talvez a maior e a mais problemática ação na política externa da União Soviética depois da Segunda Guerra Mundial.
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