Manecas Santos: “Amílcar Cabral não era sonhador, era um político”
Escrito por Jorge Montezinho, Expresso das Ilhas
Combatente da Liberdade, Manuel dos Santos, o Comandante Manecas, está nos dois momentos que ficam para a história da guerra colonial: o assalto ao quartel de Guiledje e a introdução dos mísseis Strella no cenário da luta pela independência. No pós independência, acaba por ficar na Guiné-Bissau, onde chegou a ser Ministro das Finanças e embaixador em Angola. De passagem por Cabo Verde, aceitou dar uma entrevista ao Expresso das Ilhas. E foi uma conversa sem tabus.
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terça-feira, 16 de agosto de 2016
MANECAS SANTOS E AMÍLCAR CABRAL
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
AMILCAR CABRAL 20-01-1973/2016
«Economista. Membro do Comité Central do PCP
Para falar de Amílcar Cabral, os espaços (os caracteres!) vão sendo cada vez mais escassos. Pela sua dimensão humana, pela relevância das suas ideias-chave, pelo exemplo de revolucionário, de marxista, pelo que resiste às décadas, e aproximam-se três, sobre o seu assassinato a 20 de Janeiro de 1973.
Para falar de Amílcar Cabral, os espaços (os caracteres!) vão sendo cada vez mais escassos. Pela sua dimensão humana, pela relevância das suas ideias-chave, pelo exemplo de revolucionário, de marxista, pelo que resiste às décadas, e aproximam-se três, sobre o seu assassinato a 20 de Janeiro de 1973.
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
AMÍLCAR CABRAL
«Serviços secretos portugueses assassinaram Amílcar Cabral
Carlos Lopes Pereira
A importância do pensamento de Amílcar Cabral, líder africano desaparecido há quatro décadas, foi reafirmada por estudiosos e investigadores de três continentes num colóquio internacional, na cidade da Praia. Reunido de 18 a 20 de Janeiro na capital cabo-verdiana, o Fórum Amílcar Cabral, sob o lema «Por Cabral, sempre», foi também ocasião para uma reflexão crítica sobre o caminho percorrido pela República de Cabo Verde e sobre as perspectivas futuras dos países africanos.
Carlos Lopes Pereira
A importância do pensamento de Amílcar Cabral, líder africano desaparecido há quatro décadas, foi reafirmada por estudiosos e investigadores de três continentes num colóquio internacional, na cidade da Praia. Reunido de 18 a 20 de Janeiro na capital cabo-verdiana, o Fórum Amílcar Cabral, sob o lema «Por Cabral, sempre», foi também ocasião para uma reflexão crítica sobre o caminho percorrido pela República de Cabo Verde e sobre as perspectivas futuras dos países africanos.
AMÍLCAR CABRAL
«Amílcar Cabral foi assassinado há 41 anos
Há exatamente 41 anos, Amílcar Lopes Cabral era assassinado pela PIDE-DGS. Por ocasião de mais um aniversário da morte deste histórico dirigente da libertação dos povos da Guiné-Bissau e de Cabo Verde, o esquerda.net republica a crónica de Diana Andringa: “Conversas sobre Amílcar”
20 de Janeiro, 2014 - 17:28h
Há exatamente 41 anos, Amílcar Lopes Cabral era assassinado pela PIDE-DGS. Por ocasião de mais um aniversário da morte deste histórico dirigente da libertação dos povos da Guiné-Bissau e de Cabo Verde, o esquerda.net republica a crónica de Diana Andringa: “Conversas sobre Amílcar”
20 de Janeiro, 2014 - 17:28h
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