O concerto «Depois de Outubro» evoca o centenário da Revolução Russa, assinalada a 7 de Novembro de 1917 (25 de Outubro no antigo calendário russo).
Na actuação serão interpretadas as obras «Outubro», Op. 131, e Sinfonia n.º 12, Op. 112, «Ano de 1917», de Shostakovich, e Concerto n.º 2 para Violino e Orquestra, Op. 63, de Prokofiev.
A Orquestra Sinfónica Metropolitana é dirigida pelo maestro Evgeny Bushkov e acompanhada pela solista Ana Pereira, no violino.
O concerto, marcado para as 21h30, está integrado na IV Temporada de Música do Fórum Luísa Todi, promovida pela Câmara Municipal de Setúbal.
Fonte: AbrilAbril
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domingo, 19 de novembro de 2017
CENTENÁRIO REVOLUÇÃO DE OUTUBRO
A Revolução de Outubro está morta?
07 DE NOVEMBRO DE 2017
00:00
Pedro Tadeu
No dia 7 de novembro de 1917, há cem anos, não havia verdadeiras democracias no mundo. Nos países onde se faziam eleições para o poder legislativo só uma pequena parte do povo tinha direito a voto: na maior parte dos casos só os proprietários, os empregados, os mais velhos ou alfabetizados é que podiam votar. Onde não havia ditaduras formais só uma pequena parte da população era chamada a decidir o futuro coletivo.
07 DE NOVEMBRO DE 2017
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Pedro Tadeu
No dia 7 de novembro de 1917, há cem anos, não havia verdadeiras democracias no mundo. Nos países onde se faziam eleições para o poder legislativo só uma pequena parte do povo tinha direito a voto: na maior parte dos casos só os proprietários, os empregados, os mais velhos ou alfabetizados é que podiam votar. Onde não havia ditaduras formais só uma pequena parte da população era chamada a decidir o futuro coletivo.
CENTENÁRIO REVOLUÇÃO DE OUTUBRO
As revoluções no centenário de Outubro - Por Manuel Loff
Se há atitude que diz muito do ciclo de desdemocratização em que vivemos é, aliás, este regresso da velha abordagem que procura o cabecilha, em vez de entender o movimento.
4 de Novembro de 2017, 6:45
Foi o acontecimento central da história do séc. XX”, dizia Eric Hobsbawm (A Era dos Extremos, 1994), “da mesma forma como a Revolução Francesa o foi do séc. XIX”. Sendo puros produtos da modernidade ocidental, em toda a sua contradição interna, a qual ajudaram a transformar como nenhum outro processo político, ambas foram transformadas em objetos históricos malditos por todas as direitas do mundo, que as tentaram desocidentalizar como se, numa rançosa lógica colonial, elas não fossem mais do que processos de mudança tumultuária às mãos de massas ignorantes e fanatizadas.
Se há atitude que diz muito do ciclo de desdemocratização em que vivemos é, aliás, este regresso da velha abordagem que procura o cabecilha, em vez de entender o movimento.
4 de Novembro de 2017, 6:45
Foi o acontecimento central da história do séc. XX”, dizia Eric Hobsbawm (A Era dos Extremos, 1994), “da mesma forma como a Revolução Francesa o foi do séc. XIX”. Sendo puros produtos da modernidade ocidental, em toda a sua contradição interna, a qual ajudaram a transformar como nenhum outro processo político, ambas foram transformadas em objetos históricos malditos por todas as direitas do mundo, que as tentaram desocidentalizar como se, numa rançosa lógica colonial, elas não fossem mais do que processos de mudança tumultuária às mãos de massas ignorantes e fanatizadas.
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