Elas fizeram greves de braços caídos.
Elas brigaram em casa para ir ao sindicato e à junta.
Elas gritaram à vizinha que era fascista.
Elas souberam dizer salário igual e creches e cantinas.
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segunda-feira, 25 de maio de 2020
quinta-feira, 10 de março de 2016
GUERRILHA FEMININA
«Curdistão: A guerrilha feminista que combate o Estado Islâmico
Publicado em Quarta, 22 Outubro 2014 01:07
Curdistám - La Haine - [Francisco Claramunt, tradução do Diário Liberdade] Aponta na mira do fuzil e aperta o gatilho. O rio vermelho que abre a cabeça do homem tem a cor dos sofrimentos de uma opressão milenar.
Em um mundo de tradições áridas e desertos de intolerância, o preço de ser uma mulher livre é pago na pontaria.
Na altura de se publicar este texto, na fronteira síria com a Turquia, a cidade curda de Kobanê é sitiada pelo Estado Islâmico. Espera-se de uma hora para outra sua queda.
Publicado em Quarta, 22 Outubro 2014 01:07
Curdistám - La Haine - [Francisco Claramunt, tradução do Diário Liberdade] Aponta na mira do fuzil e aperta o gatilho. O rio vermelho que abre a cabeça do homem tem a cor dos sofrimentos de uma opressão milenar.
Em um mundo de tradições áridas e desertos de intolerância, o preço de ser uma mulher livre é pago na pontaria.
Na altura de se publicar este texto, na fronteira síria com a Turquia, a cidade curda de Kobanê é sitiada pelo Estado Islâmico. Espera-se de uma hora para outra sua queda.
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